Ampliando a escala e a diversidade de
sua programação. Após reunir quase 10 mil pessoas em sua estreia, o
evento retorna com mais artistas, novas frentes de atuação e reforça seu
caráter gratuito e aberto a todas as idades.
Concebido a partir da trajetória cultural do Vale do Ribeira — marcada pela
presença de bandas, coletivos, festivais independentes e circuitos autônomos
desde os anos 1990 — o festival articula a música como eixo principal e propõe
um encontro entre diferentes linguagens e gerações. Rock, punk, hardcore,
metal, emo e vertentes afins dialogam com literatura, artes visuais, tecnologia,
circo e práticas colaborativas.
Assim, o Ribeira Rock se estabelece como um território de circulação cultural,
reunindo artistas locais, regionais e nacionais em um ambiente que valoriza
tanto a memória das cenas independentes quanto a produção contemporânea.

 

        PROGRAMAÇÃO — MÚSICA

 

  • Moda de Rock toca Led Zeppelin — Ricardo Vignini e Zé Helder
    Dupla de violeiros que investiga a interseção entre música caipira e rock, o
    Moda de Rock apresenta releituras de clássicos do Led Zeppelin executadas
    em violas brasileiras. O projeto, ativo desde 2007, já percorreu o país e o
    exterior explorando possibilidades sonoras do instrumento tradicional em
    diálogo com o repertório do rock internacional.

     

       24/7 (sex), 19h às 20h — Teatro (Interno)

 

  • Supercombo
    Quarteto capixaba consolidado no rock alternativo nacional, a banda apresenta
    o show do álbum Caranguejo, trabalho que mistura peso e delicadeza e
    incorpora referências de ritmos brasileiros. Conhecida por sua abordagem
    conceitual e letras introspectivas, a Supercombo mantém diálogo constante
    com novas gerações do rock.

     

    24/7 (sex), 20h20 às 21h30 — Gramado do Teatro

     

  • Terça Tupã
    Com influências de rock e blues, a banda de São Lourenço da Serra (SP) apresenta um show que transita entre a psicodelia brasileira e clássicos
    internacionais. O repertório mescla autorais e releituras de artistas como Jorge
    Ben, Raul Seixas, David Bowie, e Ave Sangria. Com um setlist fluido e
    interativo, a performance transita entre momentos de densidade instrumental e
    a energia do rock.  

     

    25/7 (sáb), 16h30 às 17h30 — Gramado do Teatro

     

  • Dance of Days
    Referência na formação do emo e do post-hardcore no Brasil, a banda atua
    desde os anos 1990 e apresenta show ligado aos 25 anos do álbum A História
    Não Tem Fim. Com forte dimensão política e ligação com a cena independente,
    mantém influência contínua sobre novas bandas.
  •  

     25/7 (sáb), 18h às 19h — Gramado k2/k3

     

  • Junior Groovador
    O baixista dançarino potiguar - revelado quando convidado por Jack Black para
    participar do show de sua banda (Tenacious D) no Rock in Rio - apresenta no
    Festival Ribeira Rock seus arranjos inusitados de clássicos do estilo, que
    ganham versões repletas de brasilidade e groove.

     

     25/7 (sáb), 19h às 19h30 — Teatro (Externo)

     

  • Display
    Banda de hardcore melódico formada em Santa Catarina, com mais de duas
    décadas de trajetória. O grupo articula intensidade sonora e letras voltadas a
    questões existenciais e sociais, mantendo presença consistente na cena
    independente brasileira.

     

     25/7 (sáb), 19h30 às 20h30 — Gramado do Teatro

     

  • Gloria
    Nome central do metalcore nacional, a banda paulistana acumula mais de 20
    anos de atividade, passagens por grandes festivais e forte presença na cena
    dos anos 2000. O show apresenta repertório que combina diferentes fases da
    carreira com material recente.

     

    25/7 (sáb), 21h às 22h — Gramado k2/k3

     

  • O Vaka
    Uma experiência de metal e hardcore que mistura peso, atitude e reflexão.
    Banda oriunda de Iguape-SP. As músicas apresentam críticas sociais,
    questionamentos sobre política, desigualdade e conflitos humanos, sempre
    conduzidas por riffs intensos, bateria agressiva, baixo pesado e vocais
    extremos.

     

     26/7 (dom), 16h30 às 17h30 — Gramado k2/k3

     

  • Cavalo e Panda

    Dupla instrumental que combina música, performance e humor, com origem na cena de rua de São Paulo. O espetáculo integra composição musical e
    interação direta com o público. 

     

    26/7 (dom), 17h30 às 18h — Teatro (Externo)

     

  • As Mercenárias
    Banda fundamental do pós-punk brasileiro, ativa desde os anos 1980,
    apresenta show que revisita o álbum Cadê as Armas? e outros momentos da
    carreira. Reconhecida internacionalmente, mantém relevância histórica e
    artística no gênero. 

     

    26/7 (dom), 18h às 19h — Gramado do Teatro

     

  • Ratos de Porão
    Um dos principais nomes do punk e hardcore nacional, com mais de quatro
    décadas de atuação. A banda paulistana construiu trajetória marcada por
    crítica social e circulação internacional, sendo referência para diversas
    gerações.
     

    26/7 (dom), 19h30 às 20h30 — Gramado k2/k3

     

  • Rodrigo Corrêa — Balanço e Fúria (DJ set)
    Podcaster, pesquisador e editor, desenvolve discotecagens que transitam entre
    punk, reggae e hip-hop, articulando música e pensamento crítico
    contemporâneo.

     

    25 e 26/7 — horários variados — Gramado do Teatro

     

    LITERATURA 

     

  • FLIPEI (Festa Literária Pirata das Editoras Independentes) no Ribeira
    Rock
    Reúne editoras independentes de diversas regiões do país, com títulos que
    abrangem literatura, ensaio, quadrinhos e pensamento crítico. O espaço
    promove circulação de publicações e encontros entre leitores, autores e
    editores.

     

     25 e 26/7, 14h às 20h — Marquise

     

  • Papo reto: como a cultura periférica constrói espaços de insurgência
    Conversa com Chavoso da USP mediada por Cristina Assunção
    Criador de conteúdo e pesquisador, conhecido por abordar educação,
    desigualdade e experiência periférica, participa de encontro sobre literatura,
    cultura e trajetórias contemporâneas.


    Sobre Chavoso da USP
    Thiago Torres é comunicador, cientista social e educador popular. Por meio das
    redes sociais produz conteúdos sobre educação, política e sociedade utilizando
    linguagem acessível e direta, aproximando pensamento crítico e produção de
    conhecimento das juventudes periféricas.


    Sobre Cristina Assunção Atriz, slammaster, professora de História, produtora cultural e pesquisadora da memória periférica paulistana. Fundadora do Slam da Guilhermina e co-
    criadora do Slam Interescolar de São Paulo, vencedor do Prêmio Jabuti em
    2021, recebeu o Prêmio Carolina Maria de Jesus em 2022 por sua atuação
    cultural e educacional.

     

    25/7, 15h às 16h — Área de Convivência

     

  • Nóis por nóis: literatura marginal e resistência nas quebradas

    Conversa com Ferréz e Jéssica Balbino
    Uma imersão potente na literatura que nasce e resiste fora dos centros
    tradicionais de poder. Da explosão da literatura marginal nos anos 2000 às
    novas vozes das periferias, o encontro debate como a palavra escrita se tornou
    uma arma de denúncia, autonomia editorial e transformação social nas
    quebradas.


    Sobre Ferréz
    Ferréz é romancista, contista e um dos principais nomes da literatura marginal
    brasileira. Autor de obras fundamentais como Capão Pecado, Manual Prático
    do Ódio, Ninguém é Inocente em São Paulo e Datilógrafo do Gueto. Seu
    trabalho tornou-se referência nacional e internacional na representação das
    periferias urbanas brasileiras.


    Sobre Jéssica Balbino
    Jéssica Balbino é escritora, jornalista, curadora e mediadora cultural. Autora de
    Porca Gorda, Gasolina & Fósforo e Traficando Conhecimento, atua em projetos
    de bibliodiversidade, mediação de leitura e formação cultural em diversas
    instituições brasileiras, além de integrar a curadoria da FLIPEI

     

    26/7, 15h às 16h — Área de Convivência

     

    Performance

     

  • Hera Venenosa — Trupe Baião de Dois
    Intervenção em perna de pau que dialoga com estética do rock e referências da
    cultura pop brasileira, combinando performance, figurino e deslocamento pelo
    espaço do festival.

     

    24 a 26/7 — horários variados — Gramados e circulação pela unidade.

     

TECNOLOGIAS E ARTES

  • Ribeira Rock Game

    Espaço interativo que transforma o público em banda, utilizando jogos musicais
    com repertório de rock, pop e trilhas contemporâneas.

     

    25 e 26/7, 10h30 às 19h30 — Espaço ExpositivO

 

  • Oficina Rock ‘n’ Crochê — Patrícia Nakamura

    Atividade que conecta artesanato e cultura musical por meio da produção de
    discos de vinil em crochê.

     

    25 e 26/7, 14h às 16h — Tecnologia e Artes

 

 

SERVIÇO
Festival Ribeira Rock — 2ª edição
Sesc Registro — SP
24, 25 e 26 de julho de 2026

Supercombo